Gigante brasileira da aviação alcança maior volume de aeronaves entregues em um terceiro trimestre, impulsionada por estratégia de produção.

A Embraer, uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, anunciou um desempenho notável no terceiro trimestre de 2026. A companhia registrou a entrega de 66 aeronaves, configurando seu melhor resultado para o período em toda a história. Esse volume expressivo impulsiona o acumulado do ano para 175 unidades até setembro.

O crescimento observado reflete o sucesso das iniciativas estratégicas da empresa para otimizar e nivelar o ritmo de produção e entregas. Comparativamente, o resultado do terceiro trimestre representa uma alta de 2% em relação ao trimestre anterior e um aumento de 6% frente ao mesmo período de 2025, sinalizando uma robusta expansão operacional.

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, a fabricante brasileira entregou 175 aeronaves, um avanço significativo de 14% em comparação com as 153 unidades entregues no mesmo intervalo de 2025, conforme informação divulgada por Aero Magazine.

Desempenho da Aviação Comercial da Embraer

O setor de aviação comercial da Embraer contribuiu com 22 entregas no terceiro trimestre de 2026, divididas igualmente entre os modelos E175 e a família E2, com onze aeronaves de cada tipo. Esse volume representa um crescimento de 10% tanto na comparação com o trimestre anterior quanto em relação ao terceiro trimestre de 2025, quando haviam sido entregues vinte aeronaves em cada período de referência.

Para o ano de 2026, a Embraer mantém sua projeção otimista, prevendo entregar entre 80 e 85 aeronaves comerciais. Considerando o ponto médio dessa faixa, a estimativa aponta para um crescimento anual de 6% no segmento, demonstrando a confiança da empresa na demanda por seus jatos regionais.

Avanço na Aviação Executiva e seus Jatos

Na aviação de negócios, a Embraer entregou 41 jatos no terceiro trimestre, mantendo o mesmo volume registrado no período homólogo de 2025. Esse resultado está diretamente ligado ao progresso do programa de nivelamento da produção, implementado nos últimos dois anos pela companhia.

A iniciativa visa reduzir gradualmente a concentração das entregas de jatos executivos no segundo semestre do ano, buscando uma distribuição mais uniforme ao longo dos meses. A previsão da fabricante para 2026 é entregar entre 160 e 170 aeronaves neste segmento, o que no ponto médio da estimativa corresponde a um crescimento anual de 6%.

Entregas no Setor de Defesa e Segurança

A área de defesa e segurança da Embraer também apresentou resultados importantes, com a entrega de três aeronaves no terceiro trimestre. O volume foi composto por um KC-390 Millennium, renomada aeronave de transporte militar multimissão, e dois A-29 Super Tucano, jatos de ataque leve e treinamento.

Este desempenho representa um aumento significativo em relação ao mesmo período de 2025, quando a unidade havia registrado apenas uma entrega. O KC-390 Millennium e o A-29 Super Tucano são ativos estratégicos que fortalecem a capacidade de defesa de diversas nações.

Perguntas Frequentes

Qual foi o recorde de entregas da Embraer no 3º trimestre de 2026?

A Embraer registrou a entrega de 66 aeronaves no terceiro trimestre de 2026, marcando o maior volume histórico para a companhia neste período.

Quantas aeronaves a Embraer entregou no acumulado de 2026 até setembro?

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, a Embraer entregou um total de 175 aeronaves, representando um crescimento de 14% em relação ao mesmo período de 2025.

Quais tipos de aeronaves foram entregues pela Embraer no 3º trimestre de 2026?

As entregas do terceiro trimestre de 2026 incluíram 22 aeronaves comerciais (onze E175 e onze da família E2), 41 jatos de negócios e 3 aeronaves de defesa (um KC-390 Millennium e dois A-29 Super Tucano).

A Embraer tem previsões de crescimento para 2026?

Sim, a Embraer mantém as previsões de crescimento para 2026, com projeções de entregar entre 80 e 85 aeronaves comerciais e entre 160 e 170 aeronaves na aviação de negócios, com um crescimento anual estimado de 6% em ambos os segmentos.